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Responsabilidade Social

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O site “!sso não é normal” foi criado por jovens que vivem em São Paulo e enxergaram na cidade a necessidade urgente de mudanças. A iniciativa foi baseada nos problemas enfrentados diariamente pelos paulistanos, como trânsito e poluição, e o impacto do aquecimento global nos diversos fenômenos, que já não são tão “naturais” assim.
Um pequeno grupo de sete pessoas, composto por jornalistas, fotógrafos, designer e programador, percorreu os quatro cantos da cidade que nunca para. Eles captaram muitas imagens e retrataram a realidade, buscando conscientizar a população e, até mesmo, o governo.
Pela necessidade da veiculação ser apoiada por um veículo de informação respeitado, com circulação nacional e que tivesse um histórico e disponibilidade para dedicar um espaço aos temas ambientais. O grupo então fez parceria com o estadão.com.br.
O site traz oito capítulos com temas diferentes, que vão desde a explicação sobre o motivo de tamanha preocupação com a cidade, até exemplos de outras metrópoles que enfrentaram problemas parecidos, mas que encontraram soluções. Os idealizadores tiveram a sensibilidade de mostrar os cidadãos e expor os problemas que eles enfrentam com moradia, doenças causadas pela poluição, trânsito, entre outras coisas.
Entre os fatores que mais chamam a atenção no site, está a forma simples como o texto é escrito. Assuntos técnicos são relatados com uma linguagem que atinge eficientemente pessoas leigas e especialistas. Além disso, o site é simples e fácil de navegar.
Em breve serão lançadas outras duas versões: o “!sso não é normal – SC”, que trará temas sobre o estado de Santa Catarina, que tem sofrido as consequências das mudanças climáticas, e o “!sso não é normal – NE” que terá como tema toda a região nordeste, a mais vulnerável às tragédias do clima.
Acesse:  www.issonaoenormal.com.br

Fonte: Redação CicloVivo
!sso não é normal

Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.

Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.

Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.

A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.

Fonte: mmonline