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iTunes estreia no Brasil com Ivete Sangalo e Roberto Carlos

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Finalmente, a Apple disponibilizou  a coletânea de músicas da loja iTunes no país. No ar desde 2003, o estabelecimento virtual revolucionou a indústria da música com a premissa de vender material original e legalizado, através de um meio dominado pela pirataria e pelo desrespeito aos direitos autorais. Agora, os brasileiros poderão navegar e adquirir itens presentes no acervo crescente do serviço – que, nos Estados Unidos, conta com 20 milhões de fonogramas. No lançamento do projeto, eram 200.000.

No Brasil, a loja da Apple estreia com grandes nomes da música, como Ivete Sangalo e Marisa Monte. O destaque especial, contudo, é o acervo do Roberto Carlos, que reúne toda a obra produzida ao longo da carreira do cantor brasileiro.

A iTunes Brasil chega com um catálogo de 20 milhões da canções. Entre o conteúdo oferecido pela loja on-line também estão artistas internacionais, como Beatles, Rihanna e Coldplay. O preço de cada música, em média, é de 99 centavos de dólar, o equivalente a 1,82 real. Cada álbum pode ser baixado por 9,99 dólares, ou 18,40 reais.

Para disponibilizar as músicas no Brasil, a Apple fechou acordos com as principais gravadoras do país, como EMI Music, Sony Music Entertainment, Universal Music Group e Warner Music, além de selos independentes.

A loja da Apple também oferecerá filmes, a exemplo do que já ocorre nos países onde opera. A base brasileira, contudo, oferece apenas 1.000 títulos, alguns em HD. O usuário pode alugar ou comprar um longa através da iTunes Brasil. Entre os estúdios parceiros no país para a distribuição dos filmes estão 20th Century Fox, Paramount Pictures, Sony Pictures Home Entertainment, Universal Pictures, The Walt Disney Studios e Warner Bros. Pictures.

O serviço iTunes in the Cloud, que permite ao usuário armazenar arquivos, como músicas e filmes, na nuvem e acessá-los a partir de vários dispositivos conectados à internet chega ao país simultaneamente pelo preço de 24,99 dólares – o equivalente a 46 reais – por ano.

Além do Brasil, o iTunes estreia também em outros 15 países da América Latina.

Fonte: Folha.com

Morre Steve Jobs

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morreu nessa quarta-feira, dia 05 de outubro, o criador da Apple, Steve Jobs. Pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad, Jobs estava lutando contra um câncer maligno no pâncreas e já havia feito cirurgia para tentar se curar da doença. Em agosto deste ano, Jobs havia deixado a presidência da empresa com uma carta que dizia:

“Eu sempre disse se um dia não pudesse mais cumprir meus deveres de acordo com minhas expectativas como executivo-chefe da Apple, eu seria o primeiro a informar vocês. Infelizmente, esse dia chegou.”

Entre tantas revoluções que ele promoveu na área de tecnologia, Jobs ainda é autor de inúmeras frases de motivação que fazem sucesso no mundo todo. O discurso mais conhecido e aclamado é um realizado na cerimônia de formatura da universidade de Stanford em 2005 que você pode conferir abaixo:

Steve Jobs – Discurso Stanford

Mundo digital

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O fundador da Apple, Steve Jobs (que não vai a nenhum evento que não seja da Apple, exceção apenas para o D), abriu o primeiro dia da oitava edição do D: All Things Digital nesta terça-feira (1º). Em uma das entrevistas mais esperadas, Jobs compartilhou sua visão sobre as principais mudanças que o mundo digital está gerando no mundo que vivemos.

Com um conteúdo apresentado por meio de entrevistas do tipo talk show feitas pelos repórteres do WSJ Walt Mossberg e Kara Swisher, Steve resistiu à tentativa dos jornalistas e não revelou os segredos do próximo iPhone. Entre os pontos destacados, Jobs acredita que os computadores (notebooks e desktops) continuarão existindo, mas terão um papel cada vez menor no dia a dia dos consumidores. Além disso, aparelhos como o iPad, estarão mais presentes na vida das pessoas. Sobre a iAd: a plataforma de anúncios da Apple para iPhone/ iPod/ iPad, Jobs revelou ser a grande aposta da Apple e irá revolucionar a maneira das marcas se conectarem a consumidores. A plataforma permitirá que aplicativos continuem a ser utilizados pelos usuários sem custo ou a um custo baixo.

Um dos pontos destacados por Jobs é motivo para a Apple estar à frente: a empresa escolhe em que cavalos apostar, e se mantém fiel a estas escolhas. Em outras palavras: não dá para ser melhor em tudo, mas naquilo que você priorizou tem de ser imbatível. Sobre o futuro das mídias, ele não deseja criar uma nação de blogueiros associado a uma imprensa fraca. Jobs acha que as pessoas estão dispostas a pagar por conteúdo profissional e de qualidade. Mas o sucesso depende de uma política de preços agressiva, que gere lucro no volume. Além disso, depende também de conveniência, entregando o conteúdo aonde e quando o consumidor quiser.

*Marcelo Trípoli, presidente da agência digital iThink, é um dos brasileiros que está acompanhando o evento. Ele colabora com o M&M Online enviando suas impressões e mostrando o que acontece na conferência promovida pelo The Wall Street Journal. Sua cobertura em tempo real está no link: www.ithink.com.br/d8

Fonte: Meio&Mensagem