Vida virtual após a morte?

29 de setembro de 2011

Existe vida após a morte? No mundo virtual, muitas vezes, é possível dizer que sim. Todos os anos, milhões de contas em redes sociais e outras centenas de serviços online continuam ativas depois que seus donos passam para o outro lado.

Sem os dados que dão acesso às contas, quase sempre protegidas por senhas, amigos e familiares pouco podem fazer para apagar ou cuidar de fotos, mensagens e perfis de alguém que morreu. O resultado são os mais variados infortúnios.

O Facebook avisa sobre aniversários daqueles que já morreram; blogs pessoais continuam recebendo comentários tempos depois de um fim abrupto; o LinkedIn sugere adicionar contatos de gente que já se foi.

Estima-se que cerca de 5,7 milhões de contas do Facebook, a maior rede social do mundo, sejam de pessoas que não estão mais entre os vivos.

Mas há quem enxergue aí boas oportunidades de negócio. Nos últimos cinco anos, pelo menos 40 startups de internet foram criadas para lidar com informações pessoais deixadas por usuários na rede. Uma delas é a Entrustet, com sede em Wisconsin, nos Estados Unidos.

O serviço funciona como uma espécie de cofre digital. Dentro do site, clientes cadastram dados de acesso a suas contas de e-mail ou redes sociais.

No momento do registro, cada cliente tem direito a apontar beneficiários para as informações. Os valores do serviço variam entre 5 e 300 dólares e podem ser pagos através  de pacotes mensais, anuais ou por toda a vida.

Quando um cliente morre, seus dados são liberados a seus herdeiros mediante apresentação de alguns documentos, como certidão de óbito. “O mercado está crescendo rápido”, diz Nathan Lustig, cofundador da Entrustet.

“Cada vez mais, as pessoas percebem a importância de se preparar para o inesperado.” Em todo o mundo, a empresa soma hoje mais de 5 000 clientes.

Enquanto essas são soluções para um problema exclusivo do mundo virtual, o mercado do pós-vida digital também se ocupa de reproduzir cerimônias comuns fora da rede. Fundada em 2010, a 1000Memories oferece espaço para criação de uma espécie de santuário virtual.

Em um site, parentes e amigos podem reunir lembranças, álbuns de fotos e depoimentos sobre a vida dos que morreram. O serviçorepresenta um avanço em relação a uma função lançada pelo Facebook em 2009, que permite transformar perfis de mortos em “memoriais”. No final de 2010, a 1000Memories recebeu investimento de 2,5 milhões de dólares do fundo de venture capital Greylock Partners.

Fonte: Exame.com

Midiaweb Inteligência Interativa na Gazeta do Povo

23 de setembro de 2011

A agência digital Midiaweb Inteligência Interativa está na edição de hoje do jornal paranaense Gazeta do Povo. O diretor de Planejamento da empresa, Sérgio Coelho,  falou sobre as alterações da rede social Facebook.

Confira a matéria na íntegra: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1172321&tit=Facebook-muda-e-perfis-viram-autobiografias

10 principais erros que empresários cometem nas redes sociais

23 de setembro de 2011

Com a ascensão das redes sociais inúmeras empresas tem feito perfis como forma de divulgar produtos e serviços. Apesar das boas intenções, muitos empresários cometem inúmeros erros que fazem a empresa ser mal vista pelos usuários.

Tendo isso em vista, o Portal InfoMoney conversou com o professor de Redes Sociais e Inovação Digital da  Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Gil Giardelli, que falou sobre os principais equívocos cometidos em redes sociais. Confira abaixo:

  1. Entrar nas redes sociais sem planejamento: não é porque muitas empresas aderiram às redes sociais que necessariamente o negócio terá de ser cadastrado em uma. Segundo o especialista, as redes demandam conhecimento e planejamento prévio;
  2. Participar de várias redes ao mesmo tempo: quanto maior o número de redes onde a empresa estiver, mais tempo o empresário terá de se dedicar a elas. Lembre-se de que as redes sociais são vitrines do negócio, por isso, devem ser atrativas e atualizadas;
  3. Só falar da empresa e do produto da empresa: ter informações somente sobre a empresa, produtos e serviços torna as redes desinteressantes. “Se a empresa vender joias, além de falar do produto, conte sobre as pedras ou uma história interessante relacionada à peça”, exemplifica Giardelli.
  4. Achar que as ferramentas precisam de custos altos: na internet, é possível baixar ferramentas que podem contribuir para tornar o seu conteúdo mais interessante. Vale destacar que muitas são gratuitas;
  5. Deixar a ferramenta aos cuidados de amadores: as redes não devem ser cuidadas por quem não conhece sobre o assunto, por isso, nada de delegar as funções para os sobrinhos ou filhos. Hoje, existem profissionais especializados no assunto. Caso a empresa não possa pagar por este tipo de serviço, o empresário deve se aprofundar no tema por meio do estudo;
  6. Não pensar que quem acessa as redes são pessoas: quem está atrás dos computadores são pessoas. Por isso, gentileza e educação sempre caem bem;
  7. Não respeitar a opinião dos usuários: “As pessoas opinam sobre o que elas gostam. Caso contrário, elas não perderiam o seu tempo”, explica Giardelli. Não discuta assuntos polêmicos, assim como religião e futebol;
  8. Achar que as críticas são pessoais: críticas podem ajudar a melhorar o negócio. O empresário deve lembrar que a crítica não é contra ele, mas é sobre um produto ou um serviço oferecido pela empresa;
  9. Não ser transparente: a transparência é palavra de ordem no mercado. Por isso, use o espaço das redes sociais para informar sobre a produção, crescimento e até mesmo faturamento. Isso garante mais confiabilidade do consumidor em relação à empresa;
  10. Criar personagens para falar sobre a empresa: lembre-se de que o número de identificação IP aparece frequentemente em comentários de blog e sites, por exemplo. Ou seja, de nada adianta assinar diferentes nomes, criar usuários falsos e apenas falar bem da sua marca quando todos os outros internautas são capazes de facilmente derrubar essa máscara. Isso não apenas destruirá a reputação on-line da empresa, como também poderá destruir as outras ações que, porventura, a empresa queira iniciar na rede. O melhor é ser objetivo e sincero, apresentando-se como representante da empresa e se mostrando sempre aberto a sugestões e críticas.

Fonte: InfoMoney

Dinheiro virtual: Google Wallet

19 de setembro de 2011

Lançado primeiramente nos EUA, o Google Wallet é um aplicativo que permite usar seu aparelho de celular como uma “carteira”. Ele funciona emitindo um sinal que pode ser identificado pelas máquinas de cartões e permite que a transação seja realizada e aprovada.

Por enquanto o aplicativo só pode ser utilizado com o celular Nexus S 4G, com sistema Android e NFC (near field communication) e as primeiras parceiras são o Citibank, Mastercard e Sprin, porém clientes de outras empresas ou bancos podem fazem um pré-pago e utilizar os créditos.

Google Wallet

Google Wallet é lançado no EUA

Apesar das poucas opções para utilização, o Google disse que o NFC já está licenciado para outras operadoras de cartão de crédito, como o American Express, Visa e Discover, mostrando que novas versões do Google Wallet também devem abranger essas outras bandeiras.

De acordo com a empresa, a intenção do Google é fazer as pessoas utilizarem apenas o dinheiro virtual aposentando o uso de carteiras e de moedas. Será que os cartões e o dinheiro vão deixar de ser usados definitivamente?

O Analytics do Twitter

15 de setembro de 2011

O Twitter apresentou ontem seu Web Analytics, ferramenta para análise de tráfego proveniente do microblog.

Entre outros, o serviço permite analisar quanto de tráfego uma conta gerou, o número de cliques recebidos em cada mensagem, estatísticas do botão Tweet etc.

O projeto do Analytics do Twitter avançou depois da compra da BackType, empresa que já vinha trabalhando na solução, em julho deste ano.

O Analytics do Twitter será disponibilizado para alguns usuários durante esta semana e para o restante da comunidade ao longo das próximas. Em breve, o Twitter também deve disponibilizar uma API para os desenvolvedores interessados.

Novidades podem ser acompanhadas no blog https://dev.twitter.com/blog.

Fonte: Info

O crescimento das mídias sociais em 2011

6 de setembro de 2011

Quem acha que as mídias sociais são apenas uma fase está muito enganado. O infográfico abaixo, publicado pela Search Engine Journal, mostra a taxa de crescimento demográfico dos usuários de todas as idades. Esse crescimento tem sido o mais importante e expressivo fenômeno digital podendo perder apenas, talvez, para os dispositivos móveis.

Confira abaixo o infográfico na íntegra (clique para ampliar).

Midiaweb Inteligência Interativa no Portal IG

12 de agosto de 2011

A agência digital Midiaweb Inteligência Interativa está hoje no Portal IG, coluna Guilherme Barros mostrando seu trabalho com a Masb. O trabalho envolveu o desenvolvimento de um tour virtual interativo por meio de um totem disponibilizado no showroom da empresa. Confira a matéria abaixo:

Ou pelo link: http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/08/12/masb-oferece-tour-virtual-para-empreendimento-na-frei-caneca/

GO4! Consultoria de Negócios no Estadão

20 de julho de 2011

Compra da Webjet pela Gol dificilmente seria barrada pelo Cade

Especialistas acreditam que o fato de a Webjet não ser um empresa com grande participação no mercado deve facilitar aprovação da transação

Glauber Gonçalves, da Agência Estado

RIO – A compra da Webjet pela Gol dificilmente seria barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), afirmam fontes ouvidas pelo Grupo Estado nesta sexta-feira, 8. Apesar de deixar o mercado mais concentrado, especialistas acreditam que o fato de a Webjet não ser uma empresa com grande participação no mercado deve facilitar a aprovação da transação, caso seja realizada. Segundo adiantou mais cedo o Grupo Estado, a Gol pode anunciar ainda nesta sexta a compra da companhia. A empresa já confirmou que está negociando com a Webjet.

“Juntando a Gol e a Webjet, não se ultrapassa a participação da TAM (no mercado doméstico)”, afirma o especialista em direito aeroviário Guilherme Lopes do Amaral, do escritório Aidar SBZ Advogados. Em maio, a TAM foi líder no mercado doméstico, com participação de 44,43%, seguida pela Gol, com 35,39%. A Webjet ficou em quarto lugar, com 5,16%, atrás da Azul. “Do ponto de vista legal e do histórico de atuação do Cade, não vejo grandes entraves (à operação)”, diz.

O consultor Rogério Dequech, da GO4! Consultoria de Negócios, também destaca que o Cade não costuma se opor a operações semelhantes. “Não temos visto grandes oposições do Cade na consolidação de empresas nacionais”, afirma. “É diferente de se fosse uma fusão entre Gol e TAM”, acrescenta.

A avaliação é semelhante à do professor Elton Fernandes, da Coppe/UFRJ. “De que adianta ter uma empresa que não teria condições de se manter?”, questiona, sobre os problemas de lucratividade da Webjet. “Quando são duas empresas saudáveis e de grande participação de mercado, aí o Cade pode se posicionar contra”, completou.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+comercio,compra-da-webjet-pela-gol-dificilmente-seria-barrada-pelo-cade,75258,0.htm

Go4! Consultoria de Negócios no Brasil Econômico

20 de julho de 2011
Matéria publicada no Jornal Brasil Econômico dia 11/07/2011 com a participação da Go4! Consultoria de Negócios.

Matéria publicada no Jornal Brasil Econômico dia 11/07/2011 com a participação da Go4! Consultoria de Negócios.

Go4! Consultoria de Negócios no Diario Financieiro

15 de julho de 2011

Regulador de la competencia en Brasil suspendió la fusión de aerolíneas Gol y Webjet.

El negocio está atrayendo más atención de parte de la autoridad incluso que los planes de fusión entre la chilena LAN y su rival local TAM, dijo el propio organismo brasileño.

Por María Ignacia Alvear C.

El Consejo Administrativo de Defensa Económica (CADE), el regulador de la competencia en Brasil, decidió suspender ayer la fusión entre la aerolínea local Gol y la operadora de bajo costo Webjet. El organismo argumentó que la operación podría causar daño a la competencia en el sector.

El acuerdo entre ambos operadores está atrayendo más atención de parte del regulador incluso que los planes de fusión entre la chilena LAN y su rival brasileña TAM ya que “la participación de LAN en Brasil es inferior a la de Webjet”, explicó a Bloomberg, Olavo Chinaglia, uno de los miembros del CADE.

Aunque en nuestro país el negocio que daría origen a LATAM, la mayor aerolínea de Latinoamérica, ha generado cuestionamientos, en Brasil la Agencia Nacional de Aviación Civil ya lo aprobó y el regulador de la competencia ha dado señales de que también dará su visto bueno. Pese a ello, entre los expertos brasileños aumentan las críticas a una tendencia que estaría fortaleciendo el duopolio en la industria.

Dueños de los cielos

El principal conflicto en este tipo de operaciones es el dominio de las rutas domésticas. TAM es quien controla los cielos brasileños con 44,4% del mercado aéreo, seguida por Gol, con 40,5%.

En las diez rutas más importantes del país, TAM tiene una participación de mercado de entre 35% y 50%, mientras que Gol controla entre 25% y 51%, según datos de la Anac. En siete de estas rutas, TAM manifiesta un claro dominio. Pero la situación cambiaría si Webjet es absorbida por Gol. La aerolínea de bajo costo (que funciona con un modelo similar a la irlandesa Ryanair) es la cuarta del mercado y al sumar su cuota de participación cercana a 6%, Gol superaría a TAM.

El operador dominante de la industria, sin embargo, no se quiere quedar atrás y acaba de comprar 31% de su rival Trip.

“Con esto queda reforzado el duopolio Gol-TAM en la aviación civil brasileña”, comentó al diario brasileño DCI, el analista de la consultora Go4!, Christian Majczak. “Una operación como ésta puede ser buena para los accionistas, pero tal vez no lo sea para la gente que compra los pasajes”.

Uno de los principales problemas que se presentará con esta concentración tiene que ver precisamente con la política de precios de las compañías. Sobre todo porque Webjet forzaba a la competencia por descuentos, pero ahora que pasará a ser parte de Gol, ya no existirá incentivo para ofrecer rebajas, opinan los expertos.

Las más chicas

Otras operadoras más pequeñas que estarían en la mira de los actores dominantes para eventuales ofertas de compra son Oceanair/Avianca y Azul. Esta última comenzó a operar recién en diciembre de 2008, pero en dos años logró crecer rápidamente para pelear las rutas frente a Trip.

Las estadísticas indican que entre septiembre de 2010 y febrero de 2011, Azul incrementó su capacidad de asientos en 50% e incremento el número de destinos ofrecidos dentro del país de 23 a 30.

Fonte: http://www.df.cl/regulador-de-la-competencia-en-brasil-suspendio-la-fusion-de-aerolineas-gol-y-webjet/prontus_df/2011-07-14/214326.html