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Chega a 73 milhões o número de internautas no Brasil

quinta-feira, 24 de março de 2011

IBOPE Nielsen Online apresenta números sobre o acesso à internet no Brasil. Segundo a pesquisa, o número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010. O que representou um crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009.

Trabalho e/ou domicílios

O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes (trabalho e domicílios) chegou a 56 milhões em fevereiro de 2010, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e já é de 52,8 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Trabalho e/ou Residências

Das 56 milhões de pessoas que têm acesso à internet no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro, o que significou uma diminuição de 3,3% em relação a janeiro e um crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

Fonte: ProXXima

O poder do usuário

segunda-feira, 21 de março de 2011

Aqui no Brasil, bem como em muitos países ocidentais, os usuários já estão bem acostumados a demonstrar sua insatisfação com algum serviço ou produto nas mídias sociais. Twitter, Facebook, YouTube já são veículos de reclamação pública – o que é bem prejudicial às marcas, visto a popularidade das redes sociais por aqui.

Mas na China, país que vive à base de censura de imprensa e à Internet, as coisas são bem diferentes. Os chineses não podem usar as mídias sociais livremente. Por isso, recentemente, um chinês resolveu radicalizar. Insatisfeito com a concessionária que não resolvia o problema de seu carro, o consumidor convocou a imprensa, levou o veículo para a rua e o destruiu. O automóvel em questão? Um Lamborghini Gallardo, avaliado em R$ 1.6 milhão.

Moral da história: com ou sem mídia social, os usuários têm voz e estão cada vez mais atentos sobre como usá-la. Marcas, estejam atentas ao relacionamento com os consumidores.

UOL acaba com o cargo de ombudsman

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Fonte: Comuniquese

Sem fazer alarde, o UOL encerrou as atividades de ombudsman no início deste mês. A jornalista Mara Gama, última a ocupar o cargo, se despediu no dia 04/07, informando que um novo jornalista seria indicado para o seu lugar ainda este mês. Porém, quatro dias depois, o portal interrompeu o serviço.

“Fim de expediente: O UOL decidiu interromper as atividades de ombudsman, mas o Serviço de Atendimento ao Cliente prossegue atendendo o assinante UOL 24 horas por dia, sete dias por semana”, diz o último texto publicado na página do ombudsman.

Por meio de assessoria, o portal informa que o “cargo de ombudsman era apenas uma entre muitas formas de contato com o público. Sua substituição por outros mecanismos de forma alguma representa uma diminuição do espírito crítico e analítico presente em todas as suas ações”.

Mesmo tendo deixado o cargo de ombudsman, Mara volta a ser a responsável pela área de Qualidade do UOL, que ocupará o espaço deixado pela extinção da função.

Camisinha no McLanche

terça-feira, 20 de julho de 2010

No dia 9 de julho, a rede de fast food McDonald’s pediu desculpas e anunciou seu espanto com as cinco mil camisinhas distribuídas nas caixas da promoção Mc Lanche Feliz. Camisinhas coloridas foram colocadas no lugar de brinquedos do filme Avatar por engano em uma cidade de Massachussetts, Estados Unidos. Os preservativos destinados à rede pública de ensino de Provincetown foram confundidas por funcionários. “As embalagens eram tão brilhantes e coloridas que foram confundidas com pequenos brinquedos do Mc Lanche Feliz. Infelizmente a maioria dos funcionários da empacotadora não lê inglês e pensaram que ‘Ribbed Latex’ (látex enrugado) era um personagem do filme”, disse Robin Anderson, vice-presidente do jornal mexicano El Universal. Uma nota no Yahoo Mexico informou que o erro foi descoberto quando crianças em uma festa de aniversário começaram a encher as camisinhas como se fossem bexigas (!!!).

Fonte: Mundo do Marketing

Google testa serviço de busca na TV com recursos interativos

terça-feira, 13 de julho de 2010

O Google iniciou testes de serviço de busca para televisão. A novidade permite pesquisa de programas televisivos ou vídeos na internet por meio de um teclado. O sistema está sendo desenvolvido em parceria com a Dish Network, segunda maior provedora de TV a cabo dos Estados Unidos.

Os testes estão sendo feitos por algumas famílias de funcionários do Google. A ideia é que os usuários possam montar grades com seus programas favoritos, além de consultar quais conteúdos televisivos estão disponíveis na internet.

O projeto ainda não tem previsão de lançamento, já que o Google depende da criação de catálogos de vídeos pelas emissoras.

Fonte:  Comuniquese

Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.

Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.

Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.

A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.

Fonte: mmonline

O marketing morreu?

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Marketing como conhecemos está morto. Pelo menos é o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da agência de publicidade Saatchi&Saatchi. O autor do best-seller Lovemarks, no entanto, reconhece que o Marketing de Massa ainda sobrevive. O problema é que ele vive em um ambiente que não existe mais. É o que Roberts chama de “Vuca”, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. E vai além: não é um mundo para estratégias tradicionais. O publicitário propõe ainda a retirada da missão e da visão da parede das empresas. No lugar, elas precisam ter um sonho que engaje as pessoas.

Nem tudo isso chega a ser tão subversivo para Kevin Roberts. Afinal, quando foi CEO da Pepsi no Canadá, ele simplesmente metralhou – literalmente – uma vending machine da Coca-Cola ao final de uma convenção de vendas onde o foco era a concorrência com a marca mais valiosa do mundo. Agora, o publicitário inspira os profissionais de Marketing a saírem de seus escritórios, deixarem de ver e-mails, de ler pesquisas e passarem a conhecer os sentimentos de seus consumidores para transformar suas marcas em “Lovemarks”, ou marcas amadas.

Para isso, o Departamento de Marketing deve se transformar em um o Departamento de Movimento. Um movimento para a marca. “Tem que fazer com que as pessoas se mexam pelo raciocínio emocional”, afirma Kevin Roberts, durante seminário realizado pela HSM, ontem, em São Paulo. “O que importa é como as pessoas se sentem. É o sentimento que move as pessoas”, aponta.

Emoção = Ação = Envolvimento
A empresa que focar no sentimento do consumidor poderá ter vantagem. “Os seus concorrentes estão pensando com a cabeça. Siga a intuição. Pense e ouça com o coração”, recomenda. “O Marketing não é mais movido por mídia, de um para muitos, mas de muitos para muitos. Distração não funciona mais. As pessoas querem interação”, salienta. Mas como colocar a marca no coração do consumidor?

A Ikea respondeu colocando sofás no metrô na Europa e a Netflix fez o que Roberts chama de surpreender com o óbvio: ao invés do cliente ir buscar o filme na locadora, a locadora entrega em sua casa. “Perdemos muito tempo fazendo coisas burocráticas e não assumimos riscos. O orçamento não deixa você alçar novos voos porque está preso aos números do ano passado”, ressalta.

Consequência do Marketing, as marcas também estão mortas na opinião de Roberts. “As marcas estão mortas porque se comoditizaram. Elas morreram porque fazem as mesmas coisas”, explica. “Abram mão de controlar a marca. Uma lovemark não é da empresa. É do consumidor”. A mudança também deve acontecer na mensuração dos resultados. Neste caso, sai de cena o Retorno sobre o Investimento e entra o Retorno sobre o Envolvimento dos Consumidores.

Uma lovemark cria lealdade para além da razão. “Você pode substituir o seu iPod por qualquer outro MP3, mas não quer, quer? Olhe para a embalagem de seu produto e se pergunte se ele é irresistível. O consumidor quer novas soluções e inovações. E isso não se torna real por meio de estatística, mas por loucos que acreditam nas marcas ao ponto de tatuá-las em seu corpo”, assegura o publicitário.

Por isso, a empresa e a marca devem ter uma inspiração. “As pessoas não querem metas, elas querem trabalhar por um sonho, algo que as mova. Você não vai vencer o concorrente fazendo o Marketing tradicional. É preciso ter ideias loucas. Temos que ter uma cultura que inspire a transformação. Não há limites para o que você pode fazer”, aponta Kevin Roberts.

Fonte: Mundo do Marketing

Twitter movimenta mais dados no Brasil

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Segundo dados da StatCounter,  o Twitter é responsável por 56% do tráfego de dados do Brasil em mídias sociais. O Facebook fica com 20% e o Youtube 16%. A pesquisa demonstra que o Twitter conquistou os internautas brasileiros, e depois do anúncio de um modelo de publicidade, deve ganhar mais notoriedade.

O Orkut ante super popular no país,  não ficou nem no pódio, como mostra pesquisa. Desde janeiro, a rede social caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional de tráfego de dados. O Youtube Também apresentou queda. Em setembro, o site de vídeos registrou 30% do tráfego e detinha a segunda colocação. Mas, a partir daí, começou a cair e perdeu sua posição para o Facebook.

A utilização das redes sociais está mudando no país. Algumas das explicações para o crescimento da popularidade do Twitter é que ele conta com ampla divulgação da mídia e proporciona interação com personalidades. Além disso, existem aplicativos de outros sites para acessar o microblog.  Como o Facebook, que permite postagem de tweets através da rede social.

Fonte: IMasters

Nike e Tiger Woods

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quando uma marca é bem construída e bem conceituada no mercado, ela pode se envolver em polêmica? Cada um tem o seu ponto de vista. A Nike, por exemplo, apostou em se envolver na polêmica envolvendo o astro do golfe Tiger Woods.

Para você que não acompanhou toda a história: recentemente, Tiger Woods (o mais rico esportista vivo) declarou à imprensa norte-americana e ao mundo ter traído sua esposa algumas vezes. Resultado: a conservadora sociedade dos Estados Unidos condenou o golfista, que chegou a perder patrocinadores e o prestígio dos fãs.

Mas a Nike perdoou o atleta. Para marcar a volta de Woods aos torneios profissionais, a marca irá veicular um comercial de 30 segundos sobre o jogador de golfe.

A Nike acertou em defender Tiger Woods? Cada um julgue por si. Até porque é preciso ressaltar que o tom do comercial é bem sóbrio. O texto é narrado pelo pai do atleta e questiona se Woods aprendeu algo com todo o acontecimento. Enfim, uma propaganda corajosa, de quem tem uma estratégia de branding que funciona. É o poder da comunicação estratégica.

Jornais on-line são mais populares que impressos nos EUA

sexta-feira, 5 de março de 2010

Saiu ontem (04/03) no Brasil Econômico: Pela primeira vez na história, as notícias publicadas na internet têm mais público do que as veiculadas em jornais impressos nos Estados Unidos. Estudo da Pew Research Center, divulgado pela BBC, concluiu que a internet passou a ser a terceira plataforma de acesso a notícias mais, mais popular nos EUA. Perdendo apenas para a televisão e para o rádio.

Segundo a pesquisa, 60% das pessoas acompanham pela internet as notícias do dia-a-dia. A preocupação é por aquele meio que ofereça a notícia a qualquer hora, através de qualquer dispositivo. “É esta a política de quem quer estar sempre informado”, explica Amy Mitchell, diretora do projeto do Pew Research Center em declaração ao Brasil Econômico.

Os resultados da pesquisa geram reflexões sobre a mudança no mercado de notícias. A tendência é de que cada vez mais jornais cobrem por seu conteúdo on-line. O The New York Times já confirmou que irá cobrar pelo acesso as notícias na web. Outros jornais europeus também decidiram optar pela cobrança o francês Le Figaro, os alemães Berliner Morgenpost e o Hamburger Abendblat. No Brasil, alguns dos principais jornais restringem seu conteúdo completo a assinantes, como a Folha de S. Paulo e o Valor Econômico.