Política nas redes sociais

10 de agosto de 2010

Marina Silva vence debate, segundo as redes sociais

Desde que se oficializou a internet como mais um canal legítimo a ser utilizado em campanhas políticas de qualquer natureza, muito se comenta sobre a força das redes sociais e do ambiente online como um todo no processo eleitoral brasileiro. No primeiro debate entre presidenciáveis realizado diante dessa realidade de conexão da sociedade brasileira ficou clara a razão pela qual todos os candidatos correram atrás de profissionais aptos a regerem suas presenças no universo digital.

Veiculado pela TV Bandeirantes na noite desta quinta-feira, 5, o primeiro debate que antecede o pleito de outubro foi acompanhado de perto pelos internautas de plantão e monitorado em tempo real pela consultoria iGroup em parceria com o M&M Online. Com mais de 30 mil ocorrências analisadas nas duas horas de discussão entre os candidatos, o levantamento mostrou que, na rede, Marina Silva se sai melhor do que seus concorrentes.

Elogiada por atributos como serenidade e coerência, a candidata pelo Partido Verde - cuja equipe levou ao estúdio um iPad por meio do qual eram informados do que acontecia na internet – saiu vencedora na opinião dos internautas que assistiram e comentaram todos os blocos do debate. Em uma equação que divide a quantidade de menções positivas de cada candidato pelo número total de comentários sobre todos os sabatinados, Marina contabilizou 26,92% de aprovação.

Graças ao seu jeito irreverente e agressivo, Plínio de Arruda Sampaio, candidato pelo PSOL, também provocou uma série de comentários – muito por conta de suas provocações e ironias – e, por essa mesma fórmula, ostentou 14,17% de aprovação.

Já no esperado enfrentamento entre Dilma Rousseff e José Serra, o tucano levou ligeira vantagem sobre a petista que, muito criticada por sua falta de desenvoltura e firmeza, foi a que pior se saiu se consideradas as colocações feitas pelos internautas ativos nas redes sociais com 10,63% de aprovação. Serra registrou 12,04% e acabou bastante “atacado” no final por dar um tom excessivamente emocional ao seu discurso de encerramento. Na saída do debate, o candidato pelo PSDB afirmou que não acompanhou seu desempenho na internet em tempo real e que, ao chegar em casa, limitaria-se a tuitar suas impressões sem ler o que foi publicado durante o encontro.

Assuntos mais repercutidos

Além das críticas aos trajes, cabelos e maquiagem dos presidenciáveis, os momentos que geraram mais buzz nas redes sociais foram protagonizados justamente pelos dois principais concorrentes ao cargo de presidente da República.

Dilma Rousseff se saiu bem quando respondeu às insistentes perguntas de José Serra sobre a extinção dos mutirões da saúde pelo governo atual. Já o tucano ganhou a simpatia dos internautas ao falar sobre o programa da Nota Fiscal Paulista e sobre recolocar os Correios na posição de uma empresa estatal ideal e livre de conflito de interesses.

Fonte: mmonline

UOL acaba com o cargo de ombudsman

26 de julho de 2010

Fonte: Comuniquese

Sem fazer alarde, o UOL encerrou as atividades de ombudsman no início deste mês. A jornalista Mara Gama, última a ocupar o cargo, se despediu no dia 04/07, informando que um novo jornalista seria indicado para o seu lugar ainda este mês. Porém, quatro dias depois, o portal interrompeu o serviço.

“Fim de expediente: O UOL decidiu interromper as atividades de ombudsman, mas o Serviço de Atendimento ao Cliente prossegue atendendo o assinante UOL 24 horas por dia, sete dias por semana”, diz o último texto publicado na página do ombudsman.

Por meio de assessoria, o portal informa que o “cargo de ombudsman era apenas uma entre muitas formas de contato com o público. Sua substituição por outros mecanismos de forma alguma representa uma diminuição do espírito crítico e analítico presente em todas as suas ações”.

Mesmo tendo deixado o cargo de ombudsman, Mara volta a ser a responsável pela área de Qualidade do UOL, que ocupará o espaço deixado pela extinção da função.

Como acabar com sua #empresa em apenas 140 caracteres

21 de julho de 2010

Com a chegada da internet, pessoas do mundo todo estão se comunicando de diversos e diferentes lugares, transmitindo e compartilhando ideias. Uma boa parte da comunicação verbal e escrita se tornou online. Pessoas hoje se comunicam através de e-mails, atualizam conteúdos por meio de seus blogs, conversam com familiares e amigos através dos messengers.

Com este aumento significativo de pessoas aderindo às ferramentas da web 2.0, grandes corporações já visam diversas maneiras de aproximação com seus clientes, e com isso, a oportunidade de vendas de seus produtos diretamente focada ao seu target.

Dentre as ferramentas que mais crescem na web 2.0, o microblogging Twitter especificamente, vem se destacando pelo seu crescimento.

Porém, nos dias atuais, muitas empresas cometem alguns equívocos que podem ser comuns às corporações que ainda estão ingressando nas redes de relacionamentos, mas que para os frequentadores assíduos das redes sociais, representam erros cruciais.

Portanto, buscou-se questionar neste estudo, quais são os principais equívocos de comunicação cometidos no Twitter, que podem denegrir a imagem de uma empresa perante aos seus clientes?

Para se ter esta resposta, além da busca de materiais bibliográficos sobre o assunto e cases “fail” de empresas relevantes, aplicou-se um questionário com o intuito de verificar quais as atitudes que mais irritam os clientes no microblogging. A pesquisa foi online e divulgado no Twitter, onde se obtiveram 1.225 respostas.

O resultado do estudo foi surpreendentemente simples. Os pesquisados apontaram tanto as atitudes das empresas no Twitter que influenciam negativamente para um relacionamento, quanto à forma como os usuários reagem a isso. Criando assim, um manual sobre o que as corporações não devem fazer em sua comunicação online.

Confira o material completo:

http://migre.me/YXZe

Fonte: AdNews

*Estudo realizado por Carolina Lima

Camisinha no McLanche

20 de julho de 2010

No dia 9 de julho, a rede de fast food McDonald’s pediu desculpas e anunciou seu espanto com as cinco mil camisinhas distribuídas nas caixas da promoção Mc Lanche Feliz. Camisinhas coloridas foram colocadas no lugar de brinquedos do filme Avatar por engano em uma cidade de Massachussetts, Estados Unidos. Os preservativos destinados à rede pública de ensino de Provincetown foram confundidas por funcionários. “As embalagens eram tão brilhantes e coloridas que foram confundidas com pequenos brinquedos do Mc Lanche Feliz. Infelizmente a maioria dos funcionários da empacotadora não lê inglês e pensaram que ‘Ribbed Latex’ (látex enrugado) era um personagem do filme”, disse Robin Anderson, vice-presidente do jornal mexicano El Universal. Uma nota no Yahoo Mexico informou que o erro foi descoberto quando crianças em uma festa de aniversário começaram a encher as camisinhas como se fossem bexigas (!!!).

Fonte: Mundo do Marketing

Por um mundo sustentável

14 de julho de 2010


Escovar os dentes com a torneira fechada. Jogos de tabuleiro que simulam compras de áreas de preservação ricas em recursos naturais ao invés de apenas terrenos. Escolas ensinando o ciclo da reciclagem para crianças de 0 a 6 anos. Estamos diante de um novo cenário onde os futuros consumidores exigirão como diferencial a causa verde. Preservar, reaproveitar e não desperdiçar. Assim, os pequenos de hoje estão sendo preparados para o consumo de amanhã, muito mais consciente e responsável.

O tema ganha novos rumos a cada dia. Tragédias ecológicas são noticiadas e o comportamento do consumidor está em cheque. Por isso, já é possível encontrar escolas que ensinam crianças a terem hábitos sustentáveis. Em alguns casos, os pais se preocupam em criar um “eco-chato”, apelido dado aos defensores da causa verde. Mas não são apenas as escolas. Se antes o Banco Imobiliário incentivava o consumismo desenfreado aos futuros profissionais diante de um tabuleiro, hoje, o mesmo jogo ganha ares sustentáveis.

As marcas do varejo também aderiram à causa que qualifica a educação dos pequenos sobre a proteção ao planeta. A Danone, por exemplo, lançou o Danoninho Para Plantar e salienta a importância do reflorestamento. Apesar da causa ser verde, o comportamento do consumidor entrou em alerta vermelho.

Brincando de preservar

Com 73 anos de mercado, a Estrela sempre esteve ligada à educação dos pequenos. Jogo da Vida e Banco Imobiliário estiveram nas prateleiras do quarto da maioria das crianças. Por isso, a cada ano, a empresa realiza de três a quatro pesquisas em grupos para saber o que as crianças estão discutindo, vendo na TV e no cinema. A última experiência resultou no Banco Imobiliário Sustentável.

Além de reforçar a importância de ações sustentáveis, o produto também se adequou à causa. A partir de sua produção, a Estrela eliminou o plástico que envolvia as embalagens do jogo, mesmo com a resistência dos varejistas por conta da violação do produto. Ainda é pouco para que o produto não fique apenas no discurso? A Estrela foi além. As cartas do jogo são feitas de papel reciclado, assim como a embalagem, que agora é envolta em um plástico especial feito em parceria com a Brasken. Até o dinheiro usado no Banco Imobiliário Sustentável não é mais o mesmo. Ao invés das notas, os jogadores utilizam crédito de carbono.
Há duas décadas, era comum nas turmas de jardim de infância a plantação de feijão em embalagens de Danoninho. Hoje, a própria Danone facilitou um pouco as coisas. Com o Danoninho Para Plantar, a marca oferece – além do produto – oito tipos diferentes de sementes para plantio na embalagem do iogurte. Além disso, as embalagens oferecem um código para criar uma árvore virtual no site do produto.

Fonte: Thiago Terra, Mundo do Marketing

Tecnologia na assessoria de imprensa

14 de julho de 2010

O SMS, a famosa mensagem de texto, já não é mais novidade. As pessoas o utilizam para tudo, desde para avisar que irão atrasar até para receber confirmações de débito em sua conta bancária. E que tal ampliar a tecnologia, levando-a para as atividades da assessoria de imprensa?

Essa tecnologia já existe e se chama Display Text. É uma evolução do SMS, que conta com o apoio de um cartão SIM, que armazena e controla informações dos dispositivos móveis. E o texto aparece na tela do celular sem precisar apertar botão algum.

O Display Text poderia ser usado, por exemplo, para confirmar com um jornalista se ele recebeu uma sugestão de pauta. Ou para um jornalista aceitar o convite para uma coletiva de imprensa.

A ferramenta ainda está em fase de estudos. Mas já é possível imaginar as assessorias de imprensa e as redações usando o dispositivo e aposentando – quem sabe? – os e-mails e telefones. Se será eficaz? Somente o tempo e os estudos dirão.

Fonte: Portal Nós da Cominicação.

Google testa serviço de busca na TV com recursos interativos

13 de julho de 2010

O Google iniciou testes de serviço de busca para televisão. A novidade permite pesquisa de programas televisivos ou vídeos na internet por meio de um teclado. O sistema está sendo desenvolvido em parceria com a Dish Network, segunda maior provedora de TV a cabo dos Estados Unidos.

Os testes estão sendo feitos por algumas famílias de funcionários do Google. A ideia é que os usuários possam montar grades com seus programas favoritos, além de consultar quais conteúdos televisivos estão disponíveis na internet.

O projeto ainda não tem previsão de lançamento, já que o Google depende da criação de catálogos de vídeos pelas emissoras.

Fonte:  Comuniquese

Responsabilidade Social

1 de julho de 2010

O site “!sso não é normal” foi criado por jovens que vivem em São Paulo e enxergaram na cidade a necessidade urgente de mudanças. A iniciativa foi baseada nos problemas enfrentados diariamente pelos paulistanos, como trânsito e poluição, e o impacto do aquecimento global nos diversos fenômenos, que já não são tão “naturais” assim.
Um pequeno grupo de sete pessoas, composto por jornalistas, fotógrafos, designer e programador, percorreu os quatro cantos da cidade que nunca para. Eles captaram muitas imagens e retrataram a realidade, buscando conscientizar a população e, até mesmo, o governo.
Pela necessidade da veiculação ser apoiada por um veículo de informação respeitado, com circulação nacional e que tivesse um histórico e disponibilidade para dedicar um espaço aos temas ambientais. O grupo então fez parceria com o estadão.com.br.
O site traz oito capítulos com temas diferentes, que vão desde a explicação sobre o motivo de tamanha preocupação com a cidade, até exemplos de outras metrópoles que enfrentaram problemas parecidos, mas que encontraram soluções. Os idealizadores tiveram a sensibilidade de mostrar os cidadãos e expor os problemas que eles enfrentam com moradia, doenças causadas pela poluição, trânsito, entre outras coisas.
Entre os fatores que mais chamam a atenção no site, está a forma simples como o texto é escrito. Assuntos técnicos são relatados com uma linguagem que atinge eficientemente pessoas leigas e especialistas. Além disso, o site é simples e fácil de navegar.
Em breve serão lançadas outras duas versões: o “!sso não é normal – SC”, que trará temas sobre o estado de Santa Catarina, que tem sofrido as consequências das mudanças climáticas, e o “!sso não é normal – NE” que terá como tema toda a região nordeste, a mais vulnerável às tragédias do clima.
Acesse:  www.issonaoenormal.com.br

Fonte: Redação CicloVivo
!sso não é normal

A imprensa na Copa do Mundo

29 de junho de 2010

Nós, da TWK Branding, estamos torcendo muito pelo Brasil nesta Copa do Mundo. E até que a Seleção tem dado show em algumas partidas. Porém, o que já virou um show à parte é o desentendimento da imprensa (em especial da Rede Globo) com o técnico Dunga.

Sobre a polêmica, o jornalista e escritor Luciano Martins Costa, do portal Nós da Comunicação, escreveu um artigo muito interessante. Vale dar uma lida  para entender a audácia da Globo e a de Dunga.

E nós, da TWK Branding, torcemos pelo Hexa! E, sobretudo, pela ética e pelo respeito no jornalismo.

Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo

28 de junho de 2010

Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.

Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.

Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.

A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.

Fonte: mmonline